sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Mediador Marcelo Gil e Família desejam à todos um Feliz Natal e um Feliz e Próspero Ano de 2017


Cartão de Natal


Estimadas Amigas e Amigos,

Desejamos à todos, de coração, um Feliz Natal e um Feliz Ano Novo repleto de muitas Alegrias, Amor, Luz e Paz.
Que possamos sempre nos lembrar do verdadeiro significado desta data, do nascimento de JESUS, um homem que com seu sacrifício, dividiu a história do mundo em antes (a.c) e depois (d.c), do seu nascimento.
Independente da nossa crença ser tão pessoal e merecedora de todo respeito, temos de concordar que vivemos no ano de 2016 da era cristã.
Que a história de Jesus, possa ser lembrada sempre como motivação para sermos melhores para nós mesmos e para todos aqueles que nos rodeiam, ainda que possamos preferir silênciar em muitas ocasiões em benefício do bem comum.
Que Deus em sua infinita bondade e poder, abençoe todos também, em 2017, com a realização dos seus bons sonhos, ideais, com grandes vitórias, prosperidade e saúde, é o que lhes desejamos de coração.
Forte abraço de quem lhes estima com carinho, respeito e admiração,




MARCELO GIL e Família


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Marcelo Gil é Conciliador e Mediador Judicial capacitado nos termos da Resolução nº 125 de 2010, do Conselho Nacional de Justiça, pela Universidade Católica de Santos. Mediador capacitado para a Resolução de Conflitos Coletivos envolvendo Políticas Públicas, pela Escola Nacional de Mediação e Conciliação do Ministério da Justiça - ENAM-MJ. Capacitado para estimular a autocomposição de litígios nos contextos de atuação da Defensoria Pública, pela Escola Nacional de Conciliação e Mediação do Ministério da Justiça - ENAM-MJ. Inscrito no cadastro de Conciliadores e Mediadores Judiciais do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos - NUPEMEC, do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Pós-graduado em Docência no Ensino Superior pelo Centro Universitário SENAC. Gestor Ambiental capacitado em Gestão de Recursos Hídricos pelo Programa Nacional de Capacitação de Gestores Ambientais - PNC, do Ministério do Meio Ambiente. Inscrito no Conselho Regional de Administração de São Paulo e no Conselho Regional de Química da IV Região. Graduado pela Universidade Católica de Santos, com Menção Honrosa na área ambiental, atribuída pelo Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas - IPECI, pela construção e repercussão internacional do Blog Gestão Ambiental da UNISANTOS. Corretor de Imóveis desde 1998, agraciado com Diploma Ético-Profissional pelo CRECI-SP, por exercer a profissão por mais de 15 anos sem qualquer mácula. Homenageado pela Associação Brasileira de Liderança - BRASLIDER, no Círculo Militar de São Paulo, com o Prêmio Excelência e Qualidade Brasil, na categoria Profissional do Ano 2014 - "Corretor de Imóveis/Perito em Avaliações - Consultor de Negócios Imobiliários, Turismo e Meio Ambiente". Inscrito no Cadastro Nacional de Avaliadores do COFECI. Perito em Avaliações Imobiliárias com atuação no Poder Judiciário do Estado de São Paulo. Especialista em Financiamento Imobiliário. Agente Intermediador de Negócios. Pesquisador. Técnico em Turismo Internacional desde 1999. Associado a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor - PROTESTE. Associado ao Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor - IDEC. Membro da Academia Transdisciplinaria Internacional del Ambiente - ATINA. Membro da Estratégia Global Housing para o Ano 2025. Membro do Fórum Urbano Mundial - URBAN GATEWAY. Membro da Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis. Filiado a Fundação SOS Mata Atlântica e Colaborador do Greenpeace Brasil.


Contato : (11) 97175.2197, (13) 99747.1006, (15) 98120.4309 / E-mail : conciliador.marcelo.gil@r7.com

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Per fas et nefas, Laus Deo !!!
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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

CNJ divulga os vencedores do Prêmio “Conciliar é Legal” 2016


Imagem meramente ilustrativa

Tópico 0556

O Prêmio “Conciliar é Legal” 2016 definiu seus vencedores em eleição realizada pelo Comitê Gestor de Conciliação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em 15/12. O objetivo da premiação é reconhecer nacionalmente boas práticas de solução de conflitos e aprimoramento do Poder Judiciário que envolvam uma negociação entre as partes em conflito, a autocomposição.

Na sétima edição do prêmio, foram eleitos oito projetos entre 96 inscritos, nas categorias Tribunal Estadual; Tribunal Regional do Trabalho; Tribunal Regional Federal; Juiz Individual (nos três ramos – Justiça Estadual, Trabalho e Federal); Instrutores de Mediação e Conciliação; Ensino Superior; Mediação e Conciliação Extrajudicial; e Demandas Complexas e Coletivas. A cerimônia de entrega dos prêmios será no início do próximo ano.

Foram premiados três tribunais por práticas conciliatórias. Na Justiça Estadual, o Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe (TJSE) foi premiado, pelo “Projeto Pare! Concilie e Siga”, o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região venceu a sua categoria com o Projeto “Plano Estratégico de Gestão de Conflitos Trabalhistas”. Na categoria da Justiça Federal, o eleito foi o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), pelo Projeto “Equipe de Trabalho Remoto-Benefício por Incapacidade”.

Entre os juízes, três magistrados tiveram seus esforços reconhecidos pelos integrantes do Comitê Gestor de Conciliação. A juíza de Direito, Valéria Ferioli Lagrasta, conquistou a categoria Justiça Estadual com o Projeto “Juiz Gestor de Resolução de Conflitos”. Dois juízes federais, Gisele Maria da Silva Araújo Leite e Marco Bruno Miranda Clementino, levaram o prêmio da categoria Justiça Federal pelo Sistema AVIS, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região. Entre os magistrados inscritos pela Justiça do Trabalho, mereceram o prêmio Conciliar é Legal 2016 Vanessa Maria Sampaio Villanova Matos e José Roberto Dantas Oliva, que inscreveram o Projeto “A Arte de Conciliar”.

Na categoria Instrutores em Mediação e Conciliação, a servidora do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), Crystiane Maria Uhlmann venceu com o Projeto “Conciliação Virtual – WhastApp”. 

Entre os autores de projetos de Ensino Superior, a Universidade de São Paulo (USP) receberá a premiação por ter inserido o tema mediação e conciliação na grade curricular da graduação e pós-graduação.

Na categoria Mediação Extrajudicial, venceu a instituição Mercado Livre, pelo Projeto “Action”.

A juíza Federal Alessandra Nuyens Aguiar Aranha, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) foi vencedora na Categoria Demandas Complexas, como coordenadora da Central de Conciliação de Santos ela foi a responsável pela regularização da ocupação da orla da praia da Enseada, no Guarujá/SP, pelos donos de quiosques.

Além dos vencedores de cada categoria, o Comitê Gestor de Conciliação do CNJ concedeu menções honrosas aos seguintes projetos:

Tribunal Estadual, ao Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (Projeto Pauta Concentrada DPVAT); 

Tribunal Regional do Trabalho, ao Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (Projeto Horizontes); 

Juiz Individual - Justiça Estadual, ao Juiz de Direito Aluizio Ferreira Vieira, Coordenador NUPEMEC do Tribunal de Justiça do Estado de Roraima (Centro de Solução de Conflitos Indígenas – Reserva Raposa Serra do Sol);

Instrutores em Mediação e Conciliação, às instrutoras Ana Cristina de Magalhães, Maria Auxiliadora Lima Serafim, Maria Inês de Três Rios e Sueleni Pereira Valério Chung (Curso de Capacitação de Conciliadores e Mediadores na Secretaria de Justiça e Cidadania);

Ensino Superior, à Faculdade de Direito de Ribeiro Preto da Universidade de São Paulo (Projeto integrado em formação, pesquisa e serviços comunitários em MASCs) e à Fundação Getúlio Vargas-DIREITO-SP, em parceria com o Centro Brasileiro de Estudos e Pesquisas Judiciais CEBEPEJ (pesquisa empírica sobre boas práticas de mediação);

Mediação e Conciliação Extrajudicial, à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, em parceria com o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (Mediação de Conflitos de Direitos Humanos afetos aos casos de preconceito racial, homofobia e aos portadores de HIV), à Defensoria Pública do Estado da Bahia (Centro de Mediação e Conciliação para questões relacionadas ao Direito das famílias), à Defensoria Pública da União no Rio Grande do Sul (SECON: resolvendo conflitos) e às instrutoras Juliana Maria Polloni Barros dos Santos, Guilherme Bertipaglia Leite da Silva, Ana Cristina de Magalhães e Maria Inês Três Rios (Curso de Formação de Mediadores no ambiente interna corporis do setor bancário – Itaú Unibanco S/A;

Demandas Complexas ou Coletivas, ao Juiz Federal Marcelo Lelis de Aguiar (Desapropriação em área de descendentes de quilombolas) e à Associação dos Advogados de São Paulo – AASP, doutores Leonardo Sica e Fátima Cristina Bonassa Bucker (Interlocução com todos os sindicatos ligados à Unimed Paulistana e a 77 Varas do Trabalho de São Paulo).


Nota do autor do blog;

Parabéns à todos os premiados, em especial as instrutoras Maria Auxiliadora Lima Serafim, Sueleni Pereira Valério Chung e Juliana Maria Polloni Barros dos Santos, pela Menção Honrosa recebida.

Mediador Marcelo Gil 




Acompanhe o Projeto de Lei 616 / 2016 na Assembleia Legislativa de São Paulo que institui o Dia dos Conciliadores e Mediadores Judiciais e Extrajudiciais no Calendário Oficial do Estado, acesse;




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Na foto, Marcelo Gil com colegas mediadores judiciais
 e instrutores do CNJ, na Escola Paulista da Magistratura

Marcelo Gil é Conciliador e Mediador Judicial capacitado nos termos da Resolução nº 125 de 2010, do Conselho Nacional de Justiça, pela Universidade Católica de Santos. Mediador capacitado para a Resolução de Conflitos Coletivos envolvendo Políticas Públicas, pela Escola Nacional de Mediação e Conciliação do Ministério da Justiça - ENAM-MJ. Capacitado para estimular a autocomposição de litígios nos contextos de atuação da Defensoria Pública, pela Escola Nacional de Conciliação e Mediação do Ministério da Justiça - ENAM-MJ. Inscrito no cadastro de Conciliadores e Mediadores Judiciais do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos - NUPEMEC, do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Formador de Mediadores Judiciais para a Justiça Estadual, capacitado pela Escola Paulista da Magistratura - EPM. Pós-graduado em Docência no Ensino Superior pelo Centro Universitário SENAC. Gestor Ambiental capacitado em Gestão de Recursos Hídricos pelo Programa Nacional de Capacitação de Gestores Ambientais - PNC, do Ministério do Meio Ambiente. Inscrito no Conselho Regional de Administração de São Paulo e no Conselho Regional de Química da IV Região. Graduado pela Universidade Católica de Santos, com Menção Honrosa na área ambiental, atribuída pelo Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas - IPECI, pela construção e repercussão internacional do Blog Gestão Ambiental da UNISANTOS. Corretor de Imóveis desde 1998, agraciado com Diploma Ético-Profissional pelo CRECI-SP, por exercer a profissão por mais de 15 anos sem qualquer mácula. Homenageado pela Associação Brasileira de Liderança - BRASLIDER, no Círculo Militar de São Paulo, com o Prêmio Excelência e Qualidade Brasil, na categoria Profissional do Ano 2014 - "Corretor de Imóveis/Perito em Avaliações - Consultor de Negócios Imobiliários, Turismo e Meio Ambiente". Inscrito no Cadastro Nacional de Avaliadores do COFECI. Perito em Avaliações Imobiliárias com atuação no Poder Judiciário do Estado de São Paulo. Especialista em Financiamento Imobiliário. Agente Intermediador de Negócios. Pesquisador. Técnico em Turismo Internacional desde 1999. Associado a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor - PROTESTE. Associado ao Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor - IDEC. Membro da Academia Transdisciplinaria Internacional del Ambiente - ATINA. Membro da Estratégia Global Housing para o Ano 2025. Membro do Fórum Urbano Mundial - URBAN GATEWAY. Membro da Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis. Filiado a Fundação SOS Mata Atlântica e Colaborador do Greenpeace Brasil.


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segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Magistrados e integrantes do Ministério Público participam de curso sobre mediação em Washington, D.C


Imagem meramente ilustrativa

Tópico 0555

De 5 a 9 de dezembro de 2016, a Escola Paulista da Magistratura (EPM), a Escola Superior do Ministério Público (ESMP), e a Unidade Nacional do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), em parceria com o Washington College of Law (WCL), Straus Institute for Dispute Resolution e Maryland Carey Law Center for Dispute Resolution, realizaram curso sobre mediação em Washington, D.C.

As universidades são reconhecidas como centros de excelência na área de métodos alternativos de resolução de conflitos. Essa parceria entre as escolas judiciais e as universidades norte-americanas é pioneira e conseguiu, assim, congregar juízes, desembargadores, promotores e procuradores de Justiça. Esse foi um dos principais objetivos do curso, pois o intercâmbio de ideias daí decorrente foi e é extremamente útil ao aprimoramento da Justiça.

A primeira parte do curso focou-se na discussão das técnicas de mediação, inclusive com casos simulados. A segunda parte teve enfoque mais prático, com palestras na Corte de Maryland com juízes, procuradores e mediadores que atuam na área. O grupo também participou de seminário no Banco Mundial sobre os acordos realizados no desastre de Mariana além das delações premiadas na Operação Lava Jato.

Ainda, houve palestras no Federal Judicial Center e na Suprema Corte dos Estados Unidos, onde os participantes puderam debater o papel dos juízes e mediadores norte-americanos e os métodos lá aplicados. Assim, o aprendizado de técnicas de mediação utilizadas com sucesso há anos nos EUA e a troca de experiências com professores, juízes e mediadores norte-americanos geraram inestimável auxílio aos participantes brasileiros.

Nesse momento em que o Brasil busca incentivar o crescimento dos métodos alternativos de resolução de conflitos, o curso mostrou-se de inegável utilidade na administração da Justiça. O foco nas práticas judiciárias de sucesso foi outro ponto de destaque. Para a desembargadora Christine Santini, “partiu-se da premissa de que o juiz ou promotor brasileiro já possui forte base teórica sobre os hoje chamados métodos alternativos de resolução de conflitos. Por isso, construímos um curso que, sem perder a parte teórica, permite ao juiz ou promotor potencializar suas qualidades na mediação em seu cotidiano forense. As técnicas aprendidas foram todas nesse sentido e desde sempre pretendemos que cada um dos participantes compartilhe esses conhecimentos com os demais colegas”.

No mesmo sentido, o juiz assessor da Seção de Direito Privado Marcus Onodera afirmou que “o desenvolvimento da mediação é importantíssimo para a mudança de paradigma na administração da Justiça. O novo Código de Processo Civil traduz essa necessidade. Daí porque o intercâmbio de informações é imprescindível, principalmente com os Estados Unidos da América, país onde o ADR (Alternative Dispute Resolution) tem ampla tradição no Judiciário. É importante destacar, ainda, que o juiz Messitte tem realizado trabalho singular na construção de amizade duradoura entre nossos países”. Por fim, ambos ressaltaram a altíssima qualidade dos professores e do grupo.

Peter Messitte é juiz federal na Corte de Maryland e professor-adjunto do WCL, tendo sido o organizador do curso nos Estados Unidos. A desembargadora Christine Santini e o juiz Marcus Onodera, ambos coordenadores de cursos e convênios internacionais da EPM, foram os responsáveis pela parte brasileira.




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Na foto, Marcelo Gil com colegas mediadores judiciais
 e instrutores do CNJ, na Escola Paulista da Magistratura


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quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Comissão de Acesso à Justiça e Cidadania do CNJ combaterá uso de símbolos oficiais por câmaras de arbitragem


Imagem meramente ilustrativa

Tópico 0554

A Comissão de Acesso à Justiça e Cidadania do Conselho Nacional de Justiça vai tomar providências contra o uso de símbolos oficiais, como o brasão da República, por câmaras privadas de arbitragem. A nova presidente da Comissão, conselheira Daldice Santana, recebeu informações de que signos e até expressões próprias da Justiça estariam sendo utilizados por essas entidades, que não fazem parte do Poder Judiciário. No entanto, desde 2010 a Resolução 125, do CNJ, que instituiu a Política Nacional da Conciliação, proíbe o uso desses termos para caracterizar entidades privadas que realizam arbitragem.

De acordo com o artigo 12 da norma, atualizado em março deste ano, “fica vedado o uso de brasão e demais signos da República Federativa do Brasil pelos órgãos referidos nesta Seção, bem como a denominação de ‘tribunal’ ou expressão semelhante para a entidade e a de ‘Juiz’ ou equivalente para seus membros”.

A conselheira Daldice lembrou que “a mediação de conflitos por órgãos de direito privado não é proibida, mas precisamos saber quem está conduzindo o processo de mediação. Uma conciliação envolvendo o pagamento de uma pensão alimentícia a um filho, por exemplo, não pode ser homologada (validada) por ninguém além do juiz”, afirmou a conselheira, em reunião da comissão, realizada nesta quarta-feira (14/12), a primeira sob sua presidência.

A Resolução CNJ 125 veda o uso de símbolos e expressões próprias do Poder Judiciário por entidades que pratiquem a mediação privada para que não se confunda este tipo de solução de conflitos com a mediação e a conciliação realizadas por um órgão oficial da Justiça”, afirmou a conselheira, que assumiu a coordenação da Comissão de Acesso à Justiça e Cidadania recentemente, com o fim do mandato do conselheiro Emmanoel Campelo.

Segundo a decisão aprovada por unanimidade na reunião, a comissão comunicará a prática indevida das câmaras privadas de arbitragem a todos os órgãos que possam interferir e de algum modo evitá-la.


Conciliação

A condução da Política Nacional da Conciliação também foi tema da reunião dos conselheiros presentes à comissão. A presidente informou que está preparando uma proposta a ser apresentada à presidência do CNJ para dar caráter permanente à política. Atualmente, na estrutura da Justiça, a política é conduzida por um conselheiro indicado pelo Plenário do Conselho Nacional de Justiça.

Como se trata de uma política nacional permanente do Poder Judiciário, é possível que ela tenha uma coordenação temporária, de um conselheiro, mas a base da condução da política não pode mudar”, registrou a conselheira


Notícia relacionada;

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Na foto o conciliador Marcelo Gil com a
ilustre deputada estadual Célia Leão


Marcelo Gil é Conciliador e Mediador Judicial capacitado nos termos da Resolução nº 125 de 2010, do Conselho Nacional de Justiça, pela Universidade Católica de Santos. Mediador capacitado para a Resolução de Conflitos Coletivos envolvendo Políticas Públicas, pela Escola Nacional de Mediação e Conciliação do Ministério da Justiça - ENAM-MJ. Capacitado para estimular a autocomposição de litígios nos contextos de atuação da Defensoria Pública, pela Escola Nacional de Conciliação e Mediação do Ministério da Justiça - ENAM-MJ. Inscrito no cadastro de Conciliadores e Mediadores Judiciais do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos - NUPEMEC, do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Formador de Mediadores Judiciais para a Justiça Estadual, capacitado pela Escola Paulista da Magistratura - EPM. Pós-graduado em Docência no Ensino Superior pelo Centro Universitário SENAC. Gestor Ambiental capacitado em Gestão de Recursos Hídricos pelo Programa Nacional de Capacitação de Gestores Ambientais - PNC, do Ministério do Meio Ambiente. Inscrito no Conselho Regional de Administração de São Paulo e no Conselho Regional de Química da IV Região. Graduado pela Universidade Católica de Santos, com Menção Honrosa na área ambiental, atribuída pelo Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas - IPECI, pela construção e repercussão internacional do Blog Gestão Ambiental da UNISANTOS. Corretor de Imóveis desde 1998, agraciado com Diploma Ético-Profissional pelo CRECI-SP, por exercer a profissão por mais de 15 anos sem qualquer mácula. Homenageado pela Associação Brasileira de Liderança - BRASLIDER, no Círculo Militar de São Paulo, com o Prêmio Excelência e Qualidade Brasil, na categoria Profissional do Ano 2014 - "Corretor de Imóveis/Perito em Avaliações - Consultor de Negócios Imobiliários, Turismo e Meio Ambiente". Inscrito no Cadastro Nacional de Avaliadores do COFECI. Perito em Avaliações Imobiliárias com atuação no Poder Judiciário do Estado de São Paulo. Especialista em Financiamento Imobiliário. Agente Intermediador de Negócios. Pesquisador. Técnico em Turismo Internacional desde 1999. Associado a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor - PROTESTE. Associado ao Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor - IDEC. Membro da Academia Transdisciplinaria Internacional del Ambiente - ATINA. Membro da Estratégia Global Housing para o Ano 2025. Membro do Fórum Urbano Mundial - URBAN GATEWAY. Membro da Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis. Filiado a Fundação SOS Mata Atlântica e Colaborador do Greenpeace Brasil.


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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Tribunal de Justiça de São Paulo inaugurou os Cejuscs das cidades de Espírito Santo do Pinhal e Iacanga


Imagem ilustrativa. Divulgação TJSP
Descerramento da placa de inauguração do Cejusc de Iacanga.

Tópico 0553

O Tribunal de Justiça de São Paulo inaugurou, recentemente, em dezembro, os Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs) das cidades de Espírito Santo do Pinhal e Iacanga. O coordenador do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos e Cidadania do TJSP (Nupemec), desembargador José Carlos Ferreira Alves representou o presidente, desembargador Paulo Dimas de Bellis Mascaretti nas duas solenidades.

Com estas instalações, o Tribunal atingiu 184 Centros e 31 postos em funcionamento.


Espírito Santo do Pinhal

Estamos felizes com a parceria estabelecida com a UniPinhal, que é uma entidade séria e respeitada, sendo motivo de satisfação a instalação do Cejusc. O funcionamento de um Centro Judiciário de Solução de Conflitos é muito bom para a população, pois representa uma mudança de cultura”, afirmou o desembargador Jose Carlos Ferreira Alves.

Também fizeram uso da palavra a juíza diretora do fórum e coordenadora do Cejusc, Bruna Marchese e Silva; o prefeito, José Benedito de Oliveira; o reitor da UniPinhal, Eliseu Martins; o coordenador do curso de Direito, Jésu Aparecido Alves de Oliveira; e o diretor-geral da UniPinhal, Juarez Torino Belli.

Prestigiaram a solenidade o prefeito de Santo Antônio do Jardim, José Eraldo Scanavachi; o prefeito eleito de Espirito Santo do Pinhal, Sergio Del Bianchi Júnior; o presidente da Câmara Municipal de Espirito Santo do Pinhal, vereador Sérgio Del Bianchi; o presidente da Câmara Municipal de Santo Antônio do Jardim, vereador José Aristides dos Santos; a juíza da Comarca de Espirito Santo do Pinhal Roseli José Fernandes Coutinho; os promotores de Justiça Fausto Luciano Paniacacci e Raul Ribeiro Sóra; o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) – Subseção de Espírito Santo do Pinhal, Carlos Marcílio; o administrador judicial do Centro Regional Universitário de Espirito Santo do Pinhal – Unipinhal, João Antonio Lian; professores da UniPinhal, servidores e convidados.

A unidade funciona no Centro Regional Universitário de Espirito Santo do Pinhal (Unipinhal), na Avenida Hélio Vergueiro Leite, s/n. Jardim Universitário, de segunda a sexta, das 9 às 17 horas.


Iacanga

Ao proferir seu discurso, o desembargador José Carlos Ferreira Alves enfatizou a necessidade do uso da conciliação. "Existem certas situações que não podem ser resolvidas em uma ação judicial. Conciliar é sentar, conversar, entender com responsabilidade, de igual para igual, resolver uma crise de direito material, um conflito. A conciliação é o empoderamento das partes. Desafogar o Judiciário é uma mera decorrência, o importante mesmo é resolver o conflito”.

Também fizeram uso da palavra o juiz diretor do fórum e coordenador do Cejusc, Rodrigo Carlos Alves de Melo; e o prefeito de Iacanga, Francisco Donizete dos Santos.

Prestigiaram o evento o vice-prefeito do município de Iacanga, Carlos Francisco Abdala; o presidente da Câmara Municipal local, vereador Antônio Carlos de Almeida; o promotor de Justiça Rodrigo de Moraes Molaro; o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) – Subseção de Ibitinga, Marco Aurélio Sabione; o comandante do Deslocamento da Polícia Militar de Iacanga, cabo PM Jair Colin de Lopes; servidores e convidados.

A unidade funciona no fórum local, localizado na Rua Sebastião de Paula Xavier nº 268, de segunda a sexta, das 9 às 17 horas.


Cejuscs

As unidades atendem demandas processuais e pré-processuais das áreas Cível e de Família. Não há limite de valor da causa e o atendimento é gratuito.

O interessado procura o Cejusc para uma tentativa de acordo e sai com a data e o horário em que deve retornar para a sessão de conciliação. A outra parte recebe uma carta-convite.

No dia marcado, conciliadores ou mediadores auxiliam os envolvidos a buscar uma solução para a demanda, tudo sob a supervisão do juiz coordenador. Se houver acordo, ele é homologado pelo magistrado e tem a mesma validade de uma decisão judicial.


Imagem ilustrativa. Divulgação TJSP
Descerramento da placa de inauguração do Cejusc de Espírito Santo do Pinhal.




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Na foto, Marcelo Gil com colegas mediadores
judiciais e conciliadores do TJSP.


Marcelo Gil é Conciliador e Mediador Judicial capacitado nos termos da Resolução nº 125 de 2010, do Conselho Nacional de Justiça, pela Universidade Católica de Santos. Mediador capacitado para a Resolução de Conflitos Coletivos envolvendo Políticas Públicas, pela Escola Nacional de Mediação e Conciliação do Ministério da Justiça - ENAM-MJ. Capacitado para estimular a autocomposição de litígios nos contextos de atuação da Defensoria Pública, pela Escola Nacional de Conciliação e Mediação do Ministério da Justiça - ENAM-MJ. Inscrito no cadastro de Conciliadores e Mediadores Judiciais do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos - NUPEMEC, do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Formador de Mediadores Judiciais para a Justiça Estadual, capacitado pela Escola Paulista da Magistratura - EPM. Pós-graduado em Docência no Ensino Superior pelo Centro Universitário SENAC. Gestor Ambiental capacitado em Gestão de Recursos Hídricos pelo Programa Nacional de Capacitação de Gestores Ambientais - PNC, do Ministério do Meio Ambiente. Inscrito no Conselho Regional de Administração de São Paulo e no Conselho Regional de Química da IV Região. Graduado pela Universidade Católica de Santos, com Menção Honrosa na área ambiental, atribuída pelo Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas - IPECI, pela construção e repercussão internacional do Blog Gestão Ambiental da UNISANTOS. Corretor de Imóveis desde 1998, agraciado com Diploma Ético-Profissional pelo CRECI-SP, por exercer a profissão por mais de 15 anos sem qualquer mácula. Homenageado pela Associação Brasileira de Liderança - BRASLIDER, no Círculo Militar de São Paulo, com o Prêmio Excelência e Qualidade Brasil, na categoria Profissional do Ano 2014 - "Corretor de Imóveis/Perito em Avaliações - Consultor de Negócios Imobiliários, Turismo e Meio Ambiente". Inscrito no Cadastro Nacional de Avaliadores do COFECI. Perito em Avaliações Imobiliárias com atuação no Poder Judiciário do Estado de São Paulo. Especialista em Financiamento Imobiliário. Agente Intermediador de Negócios. Pesquisador. Técnico em Turismo Internacional desde 1999. Associado a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor - PROTESTE. Associado ao Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor - IDEC. Membro da Academia Transdisciplinaria Internacional del Ambiente - ATINA. Membro da Estratégia Global Housing para o Ano 2025. Membro do Fórum Urbano Mundial - URBAN GATEWAY. Membro da Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis. Filiado a Fundação SOS Mata Atlântica e Colaborador do Greenpeace Brasil.


Contato : (11) 97175.2197, (13) 99747.1006, (15) 98120.4309 / E-mail : conciliador.marcelo.gil@r7.com

Skype : marcelo.gil2000i /// Facebook : Conciliador Marcelo Gil /// Twitter : marcelogil2000i

No GOOGLE procure por Conciliador/Mediador Marcelo Gil.

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(Por todos os meios, Deus seja louvado)
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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Semana Nacional da Conciliação termina com 130 mil acordos e R$ 1,2 bilhão em valores homologados


Imagem meramente ilustrativa

Tópico 0552

A 11ª edição da Semana Nacional da Conciliação terminou com 130 mil acordos, que representaram R$ 1,2 bilhão em valores homologados. Foram realizadas 444 mil audiências, entre os dias 21 e 25 de novembro. A Semana, promovida anualmente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) faz parte da meta de redução do grande estoque de processos na Justiça brasileira, que atualmente gira em torno de 74 milhões.

A Semana Nacional ocorreu em 51 tribunais dos três ramos da Justiça – Estadual, Federal e do Trabalho. O maior número de audiências e de acordos fechados foi obtido pelas unidades judiciárias ligadas à Justiça Estadual, que realizou mais de 385 mil audiências e 106 mil acordos que resultaram R$ 516 mil em valores homologados.

A Justiça do Trabalho veio em segundo lugar em número de audiências e acordos realizados. Das quase 54 mil audiências ocorridas no período foram fechados 21.740 acordos e homologados cerca de R$ 678 mil.

Nas unidades da Justiça Federal foram realizadas 4,8 mil audiências e fechados 2,3 mil acordos. Os valores homologados chegaram a R$ 78 mil.

Ao todo, foram atendidas cerca de 590 mil pessoas, ao longo dos cinco dias. Participaram da mobilização cerca de 3 mil magistrados, 7 mil colaboradores e 5 mil conciliadores.

A Semana Nacional da Conciliação ocorre todo ano e envolve a maioria dos tribunais brasileiros que selecionam os processos com possibilidade de acordo para tentar solucionar o conflito de forma negociada.

Desde 2006, quando foi criada a Semana Nacional da Conciliação, já foram realizadas mais de 2 milhões de audiências, alcançando cerca de R$ 10 bilhões em valores homologados. A mobilização integra a Política Judiciária Nacional de tratamento adequado dos conflitos de interesses no âmbito do Poder Judiciário, prevista na Resolução 125, instituída pelo CNJ em 2010.




Acompanhe o Projeto de Lei 616 / 2016 na Assembleia Legislativa de São Paulo que institui o Dia dos Conciliadores e Mediadores Judiciais e Extrajudiciais no Calendário Oficial do Estado, acesse;




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Na foto Marcelo Gil com colegas mediadores
judiciais em São Paulo
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Marcelo Gil é Conciliador e Mediador Judicial capacitado nos termos da Resolução nº 125 de 2010, do Conselho Nacional de Justiça, pela Universidade Católica de Santos. Mediador capacitado para a Resolução de Conflitos Coletivos envolvendo Políticas Públicas, pela Escola Nacional de Mediação e Conciliação do Ministério da Justiça - ENAM-MJ. Capacitado para estimular a autocomposição de litígios nos contextos de atuação da Defensoria Pública, pela Escola Nacional de Conciliação e Mediação do Ministério da Justiça - ENAM-MJ. Inscrito no cadastro de Conciliadores e Mediadores Judiciais do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos - NUPEMEC, do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Formador de Mediadores Judiciais para a Justiça Estadual, capacitado pela Escola Paulista da Magistratura - EPM. Pós-graduado em Docência no Ensino Superior pelo Centro Universitário SENAC. Gestor Ambiental capacitado em Gestão de Recursos Hídricos pelo Programa Nacional de Capacitação de Gestores Ambientais - PNC, do Ministério do Meio Ambiente. Inscrito no Conselho Regional de Administração de São Paulo e no Conselho Regional de Química da IV Região. Graduado pela Universidade Católica de Santos, com Menção Honrosa na área ambiental, atribuída pelo Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas - IPECI, pela construção e repercussão internacional do Blog Gestão Ambiental da UNISANTOS. Corretor de Imóveis desde 1998, agraciado com Diploma Ético-Profissional pelo CRECI-SP, por exercer a profissão por mais de 15 anos sem qualquer mácula. Homenageado pela Associação Brasileira de Liderança - BRASLIDER, no Círculo Militar de São Paulo, com o Prêmio Excelência e Qualidade Brasil, na categoria Profissional do Ano 2014 - "Corretor de Imóveis/Perito em Avaliações - Consultor de Negócios Imobiliários, Turismo e Meio Ambiente". Inscrito no Cadastro Nacional de Avaliadores do COFECI. Perito em Avaliações Imobiliárias com atuação no Poder Judiciário do Estado de São Paulo. Especialista em Financiamento Imobiliário. Agente Intermediador de Negócios. Pesquisador. Técnico em Turismo Internacional desde 1999. Associado a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor - PROTESTE. Associado ao Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor - IDEC. Membro da Academia Transdisciplinaria Internacional del Ambiente - ATINA. Membro da Estratégia Global Housing para o Ano 2025. Membro do Fórum Urbano Mundial - URBAN GATEWAY. Membro da Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis. Filiado a Fundação SOS Mata Atlântica e Colaborador do Greenpeace Brasil.


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